quarta-feira, 19 de março de 2014

Sarau de Poesia

O Agrupamento vai celebrar o Dia Mundial da poesia, partilhando a beleza do texto poético com a comunidade educativa.
 
              Trata-se de um espetáculo onde se pretende a partilha, dando voz  à poesia pela boca dos alunos, dos  professores e dos funcionários do  Agrupamento, numa comunhão uníssona e marcante.

 

 Todas as coisas têm o seu mistério, e a poesia é o mistério de todas as coisas.”

 

Frederico Garcia Lorca

 

domingo, 16 de março de 2014

Semana da Leitura





Programa Semana da Leitura


Dia 17
Horário
Local
Atividades
Público
10H50
Átrio do bloco de aulas Escola Sede
Abertura da Semana da Leitura
Leitura de um poema de Fernando Pessoa
Audição da música – Baile da Biblioteca – Cabeças no ar
 
Alunos da Escola Sede
Ao longo do dia
Escola Sede
Leitura de contos, poemas, artigos em sala de aula
Alunos da Escola Sede
Ao longo do dia
Biblioteca
Escola Sede
Às voltas com a língua portuguesa
Alunos/professores e auxiliares
14h15 – 17h30
Biblioteca - Escola Básica
Teatro de sombras – “O Burrinho malandro do Zé
Alunos do 1º ciclo

 

Dia 18
Horário
Local
Atividades
Público
Ao longo do dia
Escola Sede
Leitura de contos, poemas, artigos em sala de aula
Alunos da Escola Sede
Ao longo do dia
Biblioteca
Escola Sede
Às voltas com a língua portuguesa
Alunos/professores e auxiliares
16h00 17h30
Biblioteca - Escola Básica
Teatro de sombras – “O Burrinho malandro do Zé
Alunos do 1º ciclo


Dia 19
Horário
Local
Atividades
Público
Ao longo do dia
Escola Sede
Leitura de contos, poemas, artigos em sala de aula
Alunos da Escola Sede
Ao longo do dia
Biblioteca
Escola Sede
Às voltas com a língua portuguesa
Alunos/professores e auxiliares
16h30
Biblioteca - Escola Básica
Teatro de sombras – “O Burrinho malandro do Zé
Alunos do 1º ciclo

 
Dia 20
Horário
Local
Atividades
Público
Ao longo do dia
Escola Sede
Leitura de contos, poemas, artigos em sala de aula
Alunos da Escola Sede
Ao longo do dia
Biblioteca
Escola Sede
Às voltas com a língua portuguesa
Alunos/professores e auxiliares
10h00
Biblioteca - Escola Básica
Teatro de sombras – “O Burrinho malandro do Zé
Alunos do pré-escolar
14h00
Biblioteca - Escola Básica
Leitura de poemas em Inglês
Alunos do 1ºCiclo

 
Dia 21

Horário
Local
Atividades
Público
Ao longo do dia
Escola Sede
Leitura de contos, poemas, artigos em sala de aula
Alunos da Escola Sede
Ao longo do dia
Biblioteca
Escola Sede
Às voltas com a língua portuguesa
Alunos/professores e auxiliares
11h00
Sala de convívio Escola Básica
Entrega dos prémios aos vencedores do Concurso de Poesia
Alunos do 1ºCiclo
11h20
Salas de aula Escola Básica
Leitura de poemas
Alunos do 1º Ciclo
21h00
Centro Cultural Solar dos Condes
Sarau de Poesia
(dramatização e declamação de  poemas; poesia musicada)
Comunidade Local

 

sábado, 8 de março de 2014

Dia Internacional da Mulher

COMO TUDO COMEÇOU...


O dia 8 de março é, desde 1975, comemorado pela ONU como Dia Internacional da Mulher, para lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres. As lutas das mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto, aconteceram quase ao mesmo tempo em todo o mundo.


Operárias têxteis em greve
A 8 de março, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve e ocuparam a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias, que recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, deflagrava um incêndio e cerca de 130 mulheres morreram queimadas.

Em 1908, mais de 14 000 marcharam pelas ruas de Nova Iorque reivindicando o mesmo que as operárias no ano de 1857, assim como o direito de voto. Caminhavam com o slogan Pão e Rosas, em que o pão simbolizava a estabilidade económica e as rosas uma melhor qualidade de vida.

Se, nos nossos dias, perante a lei da maioria dos países, não existe qualquer diferença entre um homem e uma mulher, na prática ainda perduram muitos preconceitos em relação ao papel da mulher na sociedade. Resultado de uma mentalidade ancestral, ficava ao homem mal assumir os trabalhos domésticos, o que implicava para a mulher que exercia uma profissão fora do lar a duplicação do seu trabalho. Foi necessário esperar pelas últimas décadas do século XX para que o homem passasse, aos poucos, a colaborar nas tarefas caseiras.

Mas, se no âmbito familiar se assiste a uma mudança, na sociedade em geral a situação da mulher está ainda sujeita a velhas mentalidades.
 
“A igualdade entre mulheres e homens é um objetivo social em si mesmo, essencial a uma vivência plena da cidadania, constituindo um pré-requisito para se alcançar uma sociedade mais moderna, justa e equitativa”.


Para comemorar este dia, a Biblioteca escolheu um poema de Florbela Espanca, que retrata a ternura e um desejo de felicidade e plenitude que é comum a todas as mulheres.




Os versos que te fiz

Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que a minha boca tem pra te dizer!
São talhados em mármore de Paros
Cinzelados por mim pra te oferecer.

Têm dolência de veludos caros,
São como sedas pálidas a arder...
Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que foram feitos pra te endoidecer!

Mas, meu Amor, eu não tos digo ainda...
Que a boca da mulher é sempre linda
Se dentro guarda um verso que não diz!

Amo-te tanto! E nunca te beijei...
E nesse beijo, Amor, que eu te não dei
Guardo os versos mais lindos que te fiz!

sexta-feira, 7 de março de 2014

LIVRO DO MÊS


O MENINO QUE NÃO GOSTAVA DE LER

         Leopoldo fazia 8 anos e tal como nos seus aniversários anteriores recebeu dois livros.
          Triste e desolado, pois não gostava de ler, Leopoldo decide fugir de casa.
         Já longe de casa, Leopoldo faz um amigo que lhe conta a história da sua
vida e descobre o motivo pelo qual não gosta de ler.
 
         "O mar, não o vi senão em postais, e agora, jamais o poderei ver; porém, quando estou aqui sentado no banco - sozinho e na escuridão - à minha frente vejo todos os mares do mundo. Vejo-os e sinto-lhes o odor a salitre, distingo as brisas leves que anunciam a tempestade, como se na verdade tivesse dado, no cesto da gávea de um veleiro, dezoito vezes a volta ao mundo." (excerto)
 
Ana Matilde Rodrigues, 5.ºB