sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Livro do Mês


Framboise, viúva, sessenta e cinco anos, regressa à sua aldeia natal, Les Laveuses, de onde tinha sido expulsa, juntamente com a sua família, durante a Segunda Guerra Mundial, acusada de colaborar com os alemães. 
Ao regressar à aldeia, Framboise abre um restaurante que se torna famoso, graças às receitas deixadas pela mãe, num pequeno álbum que mais parece um diário. Este livro vai ajudar a protagonista a desvendar alguns acontecimentos da sua infância que marcaram para sempre a sua vida.
 
Na primeira pessoa, Framboise relembra episódios do seu passado, durante a ocupação alemã, a sua paixão por Thomas, um alemão com quem toca segredos ou ainda as dificuldades que enfrentou, juntamente com a sua família, para conseguir sobreviver à pobreza.
A obra é contada no presente, mas fazendo constantemente saltos para o passado, que nos ajudam a compreender esta mulher. É um livro que fala de amor e rancores, do sofrimento de uma criança que se sente amargurada pela vida.
Este livro mostra-nos como determinados acontecimentos podem mudar para sempre o rumo da nossa vida.

Diana Carneiro, 11º A

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Mensagem de Natal

Mensagem Natalícia
Abrimos a porta e entra-nos livremente, sem pedir licença, o Natal, essa magia imensa que nos leva a desejar tudo de bom a todos os que nos rodeiam. Desejos incontidos que a boca conduz como se de um beijo imenso se tratasse e poisam suavemente no rosto de todos os que nos são mais queridos. É tempo de Paz, Amor e Felicidade. É tempo de NATAL.
A Equipa da Biblioteca abre os braços e num abraço enorme, envolve toda a comunidade escolar e da boca saem alegremente, desejos de um
NATAL FELIZ
                     E PRÓSPERO ANO NOVO.
                                  A equipa da Biblioteca

domingo, 1 de dezembro de 2013

Livro do Mês

A Escrava de Córdova
 
Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 10º, 11º e 12º anos de escolaridade, destinado a leitura autónoma, está já disponível na biblioteca.

A Escrava de Córdova segue a vida de Ouroana, uma jovem cristã em demanda pela liberdade e pelo seu lugar especial no mundo. Confrontada com as adversidades do tempo em que lhe foi concedido viver, e em nome do coração, a jovem terá de questionar a educação, as convicções e a fé que sempre orientaram a sua existência.
 Conseguirá o amor vencer as barreiras da religião?
Uma teia ficcional muito interessante, carregada de cenas emocionantes, de magia medieval e mitos antigos, bem como de explicações eruditas. Lê-se com prazer e permanente curiosidade e ultrapassa, por essa mensagem, o vulgar romance histórico.
Urbano Tavares Rodrigues
 

domingo, 24 de novembro de 2013

Feira do Livro

De 25 a 29 de novembro a Biblioteca Escolar, na escola sede, abre as suas portas para a realização de uma  Feira do Livro.
Do programa consta ainda a divulgação da curta metragem de William Joyce e Brandon Oldenburg - Os Fantásticos livros voadores do Sr. Morris Lessmore , vencedora de um Óscar em 2012.
 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Quebra-cabeças

Os vencedores do primeiro quebra-cabeças de Matemática são os alunos Ivan Ferreira, nº9 e Cátia Tristão, nº4 do 9ºA.

Resposta do problema nº 1: 15 cavalos.


Segundo problema em jogo:

2. ESPADAS DE MADEIRA (de 19 a 29 de novembro)

“O Dário e o Quico fizeram um combate amigável com espadas de madeira. Se o Dário tivesse perdido este combate, teria ganho o mesmo número de combates amigáveis que o Quico. Se o Dário tivesse ganho este combate, teria ganho duas vezes mais combates que o Quico.

            Quantos combates tinha ganho cada um dos rapazes antes deste?

Margaret C. Edmiston - Quebra-cabeças sobre Matemática


sábado, 16 de novembro de 2013

José Saramago

José Saramago completaria, hoje, 91 anos. Como forma de relembrar o escritor português, e galardoado Nobel da Literatura em 1998, deixamos aqui um poema e uma citação, bem como uma hiperligação à sua Fundação.


Intimidade
1922-2010

No coração da mina mais secreta,
No interior do fruto mais distante,
Na vibração da nota mais discreta,
No búzio mais convolto e ressoante,

Na camada mais densa da pintura,
Na veia que no corpo mais nos sonde,
Na palavra que diga mais brandura,
Na raiz que mais desce, mais esconde,

No silêncio mais fundo desta pausa,
Em que a vida se fez perenidade,
Procuro a tua mão, decifro a causa
De querer e não crer, final, intimidade.


"Sou um escritor atípico. Só escrevo porque tenho ideias. Sentar-me a pensar que tenho que inventar uma história para escrever um livro nunca me aconteceu e nunca me acontecerá. Necessito de algo que me sacuda por dentro e que se me agarre com força para que eu entenda que ali há qualquer coisa para contar."

Fonte - Tabu/Sol (2008)

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Livro do Mês

INFERNO, Dan Brown
Opinião de Carla Gregório

Li este livro para tentar sair da ressaca literária em que estava – é o que eu chamo quando não tenho vontade de ler nada – e encontrei-o muito bem estacionado numa prateleira da Biblioteca da Escola. Tinham-me dito que era um regresso aos tempos do Código Da Vinci e do Anjos e Demónios do mesmo autor. Não acreditei muito, já que depois desses dois grandes êxitos, o autor, para mim, tinha entrado em declínio.

Enchi-me de coragem e levei-o para casa. Duas tardes foram suficientes para o ler. Mal entrei na história, não consegui parar. Tudo se passa em 24 horas, Robert Langdon acorda num hospital, com amnésia e sonhos horríveis, alguém tenta matá-lo e ele quer saber porquê. A partir deste ponto, tudo se sucede a um ritmo vertiginoso, entramos no mundo de Dante, da arte, da história e das localidades italianas por onde vai passando. Em simultâneo, temos uma passagem pelos problemas da sociedade atual, do avanço tecnológico e das organizações legitimadas (como a OMS) e clandestinas.

Do meu ponto de vista, é um livro muito acessível: a ordem dos acontecimentos está, maioritariamente, por ordem cronológica; a ação é rápida, está sempre a acontecer algo de novo; a linguagem utilizada não constitui obstáculo; a informação histórica, artística e arquitectónica, que, para mim, é o que de mais precioso tem, foi colocada de forma muito clara e os elementos necessários à compreensão da história são recordados várias vezes. Como eu li o livro rapidamente, esse recordar foi o que menos gostei, mas compreendo que alguém, com um ritmo de leitura mais lento, goste dessa atenção. Se eu lesse poucas páginas e fizesse intervalos muito grandes na leitura, precisaria de uma atualização para lembrar o que estava para trás. Pois é isso mesmo o que acontece.

O Inferno de Dan Brown é um livro para quem gosta de policiais, ações rápidas, ou que goste de ler acerca de locais de interesse histórico, para os curiosos de arte e, sobretudo, para quem precisa de um livro para passar o tempo.